Jérôme Bel

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Jérôme Bel, The show must go on @Mussacchio Laniello

APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO « THE SHOW MUST GO ON » (2001)

«Com The show must go on, Jérôme Bel disseca os mecanismos do espetáculo, colocando em cena vinte bailarinos com um DJ que toca um sucesso dos últimos trinta anos atrás do outro. Jerôme joga com as expectativas da representação e dos efeitos-espelho entre bailarinos e espectadores. Enquanto o dramático em cena pode às vezes pedir ou exigir minha atenção a cada aspecto, a magia de The show must go on, assim como em numerosas peças de Bel, nasce do fato de o artista me oferecer o tempo e o espaço de ver, o tempo e o espaço para me entediar, o tempo e o espaço para ali encontrar um interesse. A uniformidade da linha, a plasticidade dos atores que se lançam ao trabalho, a lentidão das mudanças na peça e a simplicidade dos movimentos, tudo isso dissimula (ou, antes, produz) uma profusão de detalhes vivos, impressionantes.» Tim Etchells

APRESENTAÇÕES:

Rio de Janeiro
Festival Panorama
The Show must go on
Teatro Carlos Gomes
22 e 23/11

FICHA TÉCNICA

Concepção e direção: Jérôme Bel
Música Leonard Bernstein, David Bowie, Nick Cave, Norman Gimbel e Charles Fox, J. Horner, W.Jennings, Mark Knopfler, John Lennon e Paul Mac Cartney, Louiguy, Galt Mac Dermott, George Michael, Erick "More" Morillo e M. Quashie, Edith Piaf, The Police e Hugh Padgham, Queen, Lionel Richie, A.Romero Monge e R. Ruiz, Paul Simon
Interpretação: em processo
Assistentes: em processo
Assistentes locais: Dina Ed Dik e Henrique Neves
Duração: 90 minutos

Produção: Théâtre de la Ville (Paris), Gasthuis (Amsterdam), Centre Chorégraphique National Montpellier Languedoc-Roussillon (Montpellier), Arteleku Gipuzkoako Foru Aldundia (San Sebastián), R.B. (Paris)
Parceiros: R.B. conta com o apoio do Ministère de la Culture et de la Communication, Direction Régionale des Affaires Culturelles d’Ile-de-France, para a companhia coreográfica beneficiada, e do Institut Français, Ministère des Affaires Etrangères, para as turnês no exterior

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Jérôme Bel, Gala @JosefinaTommasi

APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO « GALA » (2015)

“Gala coloca em primeiro plano as expectativas do público e borra os limites entre o fracasso e o sucesso, sugerindo que o teatro é uma comunidade tanto em cena quanto fora dela. É uma façanha ferozmente divertida e profundamente radical. “ Roslyn Sulcas

“Encarar de outro modo a dança. Abrir o teatro àqueles que nunca nele são representados. Perguntar-se: como compartilhar a arte? Grande artista da cena contemporânea, Jérôme Bel retorna com uma proposta surgida durante uma oficina realizada com amadores em Seine-Saint-Denis. A gala, forma festiva e coletiva, mistura aqui profissionais da dança e amadores de proveniências diversas. Sem nunca induzir a julgamento, os diversos números revelam o modo como o repertório cultural de cada um implica uma relação singular com o desejo de outra coisa, de alegria, de perfeição, de transfiguração, de compartilhamento político, como no caso da dança. E o inventário dessa «dança sem qualidade» não revela apenas a multiplicidade dos modelos estéticos: abre-se num desejo compartilhado.” Marie-José Malis

APRESENTAÇÕES:

São Paulo
SESC Bom Retiro
29 e 30/10

FICHA TÉCNICA

Concepção e direção: Jérôme Bel
Concepção: Jérôme Bel
Assistente: Maxime Kurvers
Assistentes locais: Simone Troung e Dina Ed Dik
Elenco: em elaboração
Figurinos: dos participantes
Coprodução: Dance Umbrella (Londres), TheaterWorks Singapore/72-13, KunstenFestivaldesArts (Bruxelas), Tanzquartier Wien, Nanterre-Amandiers Centre Dramatique National, Festival d’Automne à Paris, Theater Chur (Chur) e TAK Theater Liechtenstein (Schaan) - TanzPlan Ost, Fondazione La Biennale di Venezia, Théâtre de la Ville (Paris), HAU Hebbel am Ufer (Berlin), BIT Teatergarasjen (Bergen), La Commune Centre Dramatique National d’Aubervilliers, Tanzhaus nrw (Düsseldorf), House on Fire com apoio do programa cultural da União Europeia
Produção: R.B. Jérôme Bel (Paris)
Com apoio do CND, centro de arte para a dança (Pantin) e da Ménagerie de Verre (Paris), no âmbito do Studiolab, para a utilização de seus espaços para ensaio.
Agradecimentos: Maguy Marin, os parceiros e participantes das oficinas de dança e voz, e também NL Architects e Les rendez-vous.
Duração: cerca de 1h30
Conselheira artística e promoção da companhia: Rebecca Lee
Administração: Sandro Grando
Supervisão técnica: Gilles Gentner

A companhia conta com o apoio da DRAC-Direction Régionale des Affaires Culturelles d’Ile-de-France - Ministère de la culture et de la communication; do IF-Institut Français - Ministère des Affaires Etrangères, para suas turnês no exterior e de ONDA - Office National de Diffusion Artistique, para as turnês na França.

Produção: Théâtre de la Ville (Paris), Gasthuis (Amsterdam), Centre Chorégraphique National Montpellier Languedoc-Roussillon (Montpellier), Arteleku Gipuzkoako Foru Aldundia (San Sebastián), R.B. (Paris)
Parceiros: R.B. conta com o apoio do Ministère de la culture et de la communication, Direction régionale des affaires culturelles d’Ile-de-France, para a companhia coreográfica beneficiada, e do Institut français, Ministère des affaires étrangères, para as turnês no exterior

BIOGRAFIA DE JÉROME BEL

Jérôme Bel vive em Paris e trabalha em diversos países. Nom Donné par l’Auteur (1994) é uma coreografia de objetos. Jérôme Bel (1995) tem por base a total nudez dos intérpretes. Shirtologie (1997) põe em cena um bailarino usando dezenas de camisetas. Le dernier spectacle (1998) cita um solo da coreógrafa Susanne Linke, e também Hamlet e André Agassi. Xavier Le Roy (2000) leva a assinatura de Jérôme Bel, mas foi totalmente realizada pelo coreógrafo Xavier Le Roy. The show must go on (2001) reúne vinte intérpretes, dezenove canções pop e um DJ. Véronique Doisneau (2004) é um solo sobre o trabalho da bailarina da Opéra de Paris, Véronique Doisneau;. já Isabel Torres (2005), para o balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, é a versão brasileira. Pichet Klunchun and myself (2005) foi concebida em Bangcoc com o bailarino tradicional tailandês Pichet Klunchun. Segue-se Cédric Andrieux (2009), bailarino de Merce Cunningham. 3Abschied (2010) é uma colaboração de Anne Teresa De Keersmaeker e Jérôme Bel a partir de O Canto da Terra, de Gustav Malher. Disabled Theater (2012) é uma peça com os atores profissionais com deficiência de aprendizagem do Theater Hora, companhia com base em Zurique. Cour d’honneur (2013) põe em cena catorze espectadores do Pátio de Honra do Palácio dos Papas, em Avignon. Com Gala (2015), o coreógrafo põe para dançarem juntos profissionais da dança e amadores de procedências diversas. Para Tombe (2016), peça criada a convite da Ópera Nacional de Paris, Jérôme Bel propôs aos bailarinos que convidassem para um duo a pessoa com quem nunca compartilhariam uma cena.

+ INFOS: www.jeromebel.fr

publié le 06/10/2016

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