Cooperação cientifica e universitária

A cooperação cientifica e universitárias da França com o Brasil se caracteriza por laços antigos, sólidos e estruturados que se inscrevem num contexto de parceria estratégica.

A cooperação cientifica é estruturada em torno de formações de excelência entre universidades e por meio de parceiras, muitas vezes antigas e de alto nível entre os organismos de pesquisa dos dois países. Notadamente estão nas áreas da matemática fundamental e aplicada, das mudanças climáticas, do desenvolvimento sustentável e das ciências sociais e humanas. Os programas de tecnologias inovadoras também tiveram considerável desenvolvimento.

Devemos salientar em particular o programa CAPES-COFECUB, parceira equilibrada e de alta qualidade cientifica que permitiu formar quase 3000 mil doutores brasileiros desde seu lançamento em 1978 e mais recentemente o programa Guyamazon que permitiu apoiar as parceiras científicas entre as universidades dos estados do norte do Brasil e a Guiana em temas ligados a problemática amazônica. Em matéria de co-publicação científica, a França é o segundo parceiro do Brasil (logo após os Estados Unidos). As representações no Brasil do CNRS, do IRD e do CIRAD são muito ativas e contribuem fortemente para o desenvolvimento das parcerias estruturantes entre os dois países e mais particularmente via a implementação de dispositivos conjuntos de pesquisa.

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Em termos universitários, a França continua sendo o primeiro parceiro europeu do Brasil. Desde os anos 1930 Fernand Braudel, Claude Lévi-Strauss e Roger Bastide, por exemplo, trabalharam para tecer os laços universitários fortes que existem entre a França e o Brasil participando da fundação da Universidade de São Paulo, hoje primeira universidade da América Latina. A França é hoje a terceira destinação mundial dos estudantes brasileiros (mais de 5.000 estudantes em 2016) e o contingente de estudantes franceses que vêm para o Brasil é o mais importante dentre os estudantes estrangeiros. Os programas de formação de engenharia Brafitec e Brafagri contribuem há vários anos para favorecer esta importante mobilidade cruzada. Os programas de Cátedras universitárias franceses implementados em São Paulo, no Rio de Janeiro e mais recentemente em Minas Geriam e em breve nos outros estados do Brasil, representa um excelente vetor para o desenvolvimento de novas parcerias, de implementação de duplos diplomas e de formação de equipes franco-brasileiras de pesquisa.

Saiba mais sobre Campus France, a agência oficial do governo francês para promover o ensino superior.

publié le 19/01/2017

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