Alunos do Centro Interescolar de Línguas nº 1 conhecem a Embaixada da França

Estudantes de francês tiveram a oportunidade de aprender sobre a cultura e a história do país europeu. Visita é parte do projeto Embaixadas de Portas Abertas, do governo local

Texto: Thiago Marcolini, da Agência Brasília

Vinte estudantes de francês do Centro Interescolar de Línguas nº 1, no Centro Educacional Elefante Branco (907/908 Sul), conheceram a Embaixada da França o dia 23 de junho. Acompanhados de uma professora e de uma diretora, os alunos foram recebidos pelo conselheiro de Imprensa e de Comunicação da embaixada, Thibaut Lespagnol, e puderam aprender sobre a cultura, a culinária e a história francesas.

Essa foi mais uma edição do projeto Embaixadas de Portas Abertas, do governo de Brasília. A visita começou às 14h30 e durou cerca de duas horas. A primeira atividade foi uma palestra, ministrada em português e francês, sobre curiosidades da França e os primeiros franceses a chegar ao Brasil.

A idealizadora do projeto e colaboradora do governo, Márcia Rollemberg, destacou que a iniciativa reforça o elo entre Brasília e a embaixada francesa. “Trata-se de uma oportunidade de fazer das embaixadas espaços de aprendizagem. Foi a primeira vez do Centro Interescolar de Línguas, é importante [para os alunos] o contato com nativos.”

O estudante Luís Felipe Galvão, de 19 anos, acredita que atividades fora da sala de aula são essenciais para a aprendizagem de um novo idioma. “Quando você sai dos livros e vivencia a cultura de outro país, o ensino se torna mais dinâmico.” Já para a aluna Vinielle Alves, de 20 anos, a visita ajudou a medir o nível de fluência no francês. “A gente percebe o quanto sabe ou não sabe.”

Culinária francesa e passaporte mirim

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Durante a visita à residência oficial do embaixador da França, foram oferecidos lanches típicos franceses, como baguete com geleia de frutas, crepe e pão de chocolate, e os visitantes ganharam um passaporte mirim com o carimbo simbólico do visto francês. Márcia Rollemberg ainda presenteou a embaixada e o centro interescolar com o livro Brasília, A Cidade que Inventei — Relatório do Plano Piloto de Brasília, editado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em parceria com a Secretaria de Cultura do DF. Um ônibus da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) fez o transporte de ida e volta dos estudantes.

“É um projeto de extrema importância para que os alunos tenham contato com outras culturas e se sintam estimulados a aprender”, destacou o secretário de Educação do Distrito Federal, Júlio Gregório Filho, que acompanhou os estudantes nesta quinta-feira (23). Também participou o chefe da Assessoria Internacional, Oskar Klingl.

publié le 27/06/2016

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